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CIMAN NO JORNAL DA COMUNIDADE
HENRI THIAGO PERES
Susy Willik, coordenadora pedagógica, destaca a preocupação do Ciman com a preparação de seus alunos
Foto: Rúbio Guimarães
A coordenadora pedagógica do colégio, Susy Willik, diz que essas inserções variam de acordo com o projeto pedagógico de cada escola. “A escola precisa assumir um compromisso prévio e assina um documento em que consta a metodologia escolhida para ser seguida”, explica Susy. Ela mostra o quanto o colégio se preocupa em transmitir aos alunos conteúdos favoráveis a um crescimento maior desde a educação infantil, que tem a disciplina ética e cidadania até o ensino médio. Faz parte do currículo a disciplina filosofia que, apesar de ser cobrada apenas a partir do ensino médio, foi adiantada no colégio. Desde o ensino fundamental, os alunos têm aulas sobre os filósofos e suas teorias. Toda essa preocupação vem sobretudo quando se inicia o ensino médio, época em que é fundamental uma preparação maior dos alunos que se submeterão ao Programa de Avaliação Seriada, o PAS. Para o Ciman o currículo do PAS muito se assemelha ao do colégio, que busca desenvolver nos alunos habilidades e competências diversas. É seguido o mesmo princípio cujo objetivo é o desenvolvimento dessas habilidades ao longo de toda a escolaridade. “A forma como trabalhamos os conteúdos tem o objetivo de levar os alunos a pensar, entender e praticar os conteúdos. Somos uma escola pautada na construção do conhecimento”, avalia Susy. O mercado faz exigências e cabe aos educadores cumprir. Apesar das imposições, a lei é bem flexível. Em cada estado essa flexibilidade atinge um grau diferente. No que se refere ao segundo caso, o colégio Marista se mostra satisfeito com a situação atual. O assessor pedagógico da instituição, Rodolfo Medeiros, acredita que é papel fundamental dos professores enriquecer o currículo, que é uma questão muito mais abrangente do que se pensa. Não basta definir conteúdos, faz parte da missão dos professores determinar as relações estabelecidas nas escolas. “As diretrizes só estabelecem os objetivos a serem alcançados. O conteúdo é utilizado como meio para conquistar as metas”, explica Rodolfo. Quanto ao fato de alguns não concordarem com o que é adotado, Rodolfo não considera que exista uma grande divergência nesse aspecto entre as escolas. Ele acredita que cada escola tem suas prioridades mas sem divergir uma das outras. A Secretaria de Educação realizou recentemente uma reunião com toda a rede pública para refletir acerca da necessidade de haver uma reformulação curricular após dez anos. De acordo com Kattia Amin, integrante da diretoria do ensino médio, o currículo é composto de duas partes: a comum e a diversificada. A última é elaborada de acordo com as diretrizes nacionais e baseada nas necessidades do estado. “No Distrito Federal as instituições educacionais veem o que precisam e adequam o currículo”, explica Kattia. Brasil exporta proposta de ensino
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