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O cidadão comprometido com a sustentabilidade é capaz de interagir e ajudar a deter a destruição do planeta. Ele pode exercer a cidadania de uma forma pacífica, inteligente e gratuita – por exemplo, conservando livros para que possam ser reutilizados. Como ocorre anualmente, os alunos do CIMAN estão convidados a repassar, vender ou trocar livros que foram de valia em anos anteriores. A novidade é que, desta vez, para facilitar o procedimento, a escola reservou um espaço para isso em seu site. “O reaproveitamento inteligente de todo tipo de matéria é cada vez mais importante no planeta. Se alumínio e papéis comuns têm grande valor, imagine livros? Nossos alunos precisam estar antenados para as necessidades e prioridades do mundo moderno. E reaproveitar livros, cadernos, canetas, todo tipo de material escolar é rotina que já faz parte há tempos da vida dos estudantes de diversos países”, diz Leonardo Eustáquio, coordenador do Núcleo de Ética e Cidadania (NEC) do CIMAN. Hoje, educar é formar cidadãos sentinelas da vida, que saibam intervir no momento certo para evitar desperdício, mau uso e abuso de bens finitos. Mas, é, sobretudo, formar o educador de amanhã, que valorizará o meio ambiente e os recursos da Terra, capaz de ensinar e de preservar os lugares por onde passa. O aluno interessado em vender ou trocar livros deverá cadastrá-los escrevendo um e-mail para news@ciman.com.br. No assunto, o interessado tem de dizer se pretende vender ou comprar o volume. No corpo do e-mail, ele precisa fornecer título, autor, e-mail para contato e, no caso de ser vendedor, colocar também o estado de conservação e o preço do livro. De alunos que já compraram seus livros e não sabem o que fazer com os volumes utilizados no ano passado, o Colégio CIMAN aceita doações para ajudar entidades carentes e creches. "Embora ninguém possa voltar atrás e começar novamente, qualquer um pode, a partir de hoje, mudar a história e escrever um novo final. Precisamos pensar nisso todos os dias e reverter o quadro de destruição do nosso planeta", lembra o professor Leonardo Eustáquio. |