|
18.08.08 - Meus filhos, minha maior emoção
E, então, é chegado o grande dia. É hoje que, pela primeira vez, meu filho vai para a escola.
Acordei cedo, coração batendo forte, olhos marejados, quanta emoção! Meu bebê cresceu e já é um rapazinho, já está de mochila nas costas, dando os primeiros passos para sua autonomia social.
Na educação Infantil, socialização formal, linguagem oral, linguagem escrita... Vêm Fundamental I, II, ele crescendo, eu acompanhando e a cada passo percebendo seu vocabulário se expandindo, suas argumentações se solidificando. Quantas vontades, interesses inesperados. E eu? Como mera espectadora, assisto ao seu vôo e vibro, e me encho de orgulho, e temo... Ensino Médio. De repente, me surpreendo com tantos professores e penso: “Nossa, ele ainda é tão imaturo, tão criança e já com um ‘fardo’ de cobranças e responsabilidades; que densidade de conteúdos, que necessidade de ser versátil, volátil, competente, forte”... E eu, mais uma vez na retaguarda, velando por seu hoje, zelando por seu amanhã...
A última etapa da Educação Básica está próxima do fim. Puxa, mal vejo a hora. Formatura, colação de grau, comemoração... Que delícia, que etapa importante quase concluída!
Muito bem, e depois? Nossa, depois o “colo” do CIMAN acabará e sua caminhada mal começou. Mas eu, mãe/pai e representante legal de Deus na sua criação e orientação, estarei sempre ao seu lado, torcendo, vibrando, temendo...
Vai, filho, e jamais esqueça que a base da sua educação formal, que foi criteriosamente lapidada, o tornou apto a emergir do “eu tentarei” para o “eu conquistei”, com dignidade, ética e amor ao próximo!
* E, nessa história, vale lembrar que, embora ocupemos a primeira cadeira na primeira fila, não somos os protagonistas e, por isso, não podemos viver o espetáculo que é a vida de cada um deles. Mas podemos, e devemos, estar sempre próximos, escutar, respeitar as diferenças e, sobretudo, valorizar cada momento do maior milagre da vida: NOSSOS FILHOS!
Dóris de Freitas Costa
(Orientadora Educacional do Ensino Médio)
“Há somente duas maneiras de viver a vida.
Uma é como se nada fosse um milagre.
A outra é como se tudo fosse um milagre”.
-Albert Eisnteim
 |